O rapaz que sobreviveu

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O rapaz que sobreviveu

Mensagem por Amy Nyteshade em Qua Set 07, 2011 10:28 pm

O rapaz que sobreviveu - Capítulo 1

Num dia chuvoso em Inglaterra, um rapaz chamado Felipe Potter estava a ir para casa quando vê uma coruja cinzenta com ar formal com uma carta agarrada às patas. Quando viu isto, dirigiu-se á coruja e tirou-lhe a carta...esta dizia:
Escola Hogwarts de Magia e Feitiçaria
Director: Albus Dumbledore (Ordem de Merlin, Primeira Classe, Feiticeiro Chefe, Mandatário-Supremo, Confender. Internacional de feiticeiros)
Caro Mr.Potter
É nosso prazer informá-lo de que tem um lugar à sua espera na Escola de Magia e Feitiçaria de Hogwarts. Junto enviamos uma lista de livros e equipamento necessários.
O ano lectivo começa a 1 de Setembro. Queira enviar-nos a sua coruja até dia 31 de Julho, sem falta.
Atenciosamente,
Minerva McGonagall
Subdirectora
A princípio ficou assustado, afinal não era todos os dias que uma coruja entregava uma carta. E depois ficou cheio de dúvidas. Magia? Feitiçaria? Isso existia? Passados uns instantes ouviu-se um som idêntico a um trovão. No fundo da rua avistava-se um homem com o dobro da altura e o triplo da largura normais. Este chegou á beira dele e perguntou:
- Então tu é que és o Potter!
- Sim, sou. Mas...não estou a perceber...quem é você? - Balbuciou Felipe.
- Eu sou o Guarda das Chaves em Hogwarts, certamente já sabes o qu’é Hogwarts.
- Hã...não. Apenas li isso nesta carta. – Confessou Felipe.
- Os teus tios nunca te contaram sobre os teus pais? E como eles morreram? – perguntou Hagrid indignado.
- Não eles apenas me disseram que eles morreram num acidente de carro. Mas...o que há para contar? – perguntou Felipe entusiasmado.
- Tudo começa com um feiticeiro chamado...mas é incrível que não saibas o seu nome, toda a gente o conhece...eu detesto pronuncia-lo, ninguém gosta...
- Podes escrever? – sugeriu Felipe.
- Na’ sei soletrar. Lá vai...V-o-l-d-e-m-o-r-t. Não me obrigues a repeti-lo...este feiticeiro, há cerca de vinte anos começou a procurar seguidores. Conseguiu alguns. Não se sabia em quem se podia confiar. Um dos lugares que continuava a ser seguro era Hogwarts. Sabia-se que Dumbledore era o único de quem o Quem-Nós-Sabemos tinha medo. O que se sabe é q’ele chegou à cidade onde vocês viviam e...matou os teus pais. E a seguir, e é este o verdadeiro mistério. Ele tentou matar-te a ti. Mas não conseguiu, é daí que o corte em forma de raio da tua testa surgiu. É a marca da maldição que ele te lançou. E é por isso que tu és famoso, Felipe. Foste o rapaz que sobreviveu, o único que consegui escapar vivo ao seu desejo de matar. Depois disso, o Quem-Nós-Sabemos desapareceu, alguns pensam que ficou demasiado fraco depois disto.
- Então...então...significa que eu vou ter de ir para esta escola? Hogwarts? – perguntou Felipe.
- Sim, claro...vou te deixar na Diagon-al, que é onde se faz as compras do material da escola.
Depois disto, partiram para a Diagon-al juntos, enquanto o Felipe ia o caminho todo a tentar conter as milhões de perguntas que queria fazer. Quando lá chegaram, e depois de entrarem num café chamado Caldeirão Escoante e entrarem por uma parede que se abriu, Felipe ficou maravilhado. Centenas de feiticeiros a visitar lojas, cheias de coisas intrigantes.
- Agora estás por tua conta Felipe, aqui tens algum dinheiro dos feiticeiros. Levantei-o para ti. – Disse Hagrid entregando-lhe algumas moedas desconhecidas.
- Espera Hagrid onde vou comprar as coisas? E como eu sei o que preciso? – perguntou assustado.
- Tens aqui uma carta com o material necessário. Vemo-nos por aí Felipe.
- Espere aí! Espere! Eu não sei o que fazer! – disse Felipe.
Mas era tarde de mais, Hagrid já tinha desaparecido no meio da multidão. E Felipe ficara ali sem saber o que fazer...nisto aparece uma garota e pergunta:
- Hey’ estás perdido? – com um ar preocupado.
- Sim, me deixaram aqui e eu não sei onde comprar as coisas para onde ir depois. – disse Felipe.
- Não conheces nada? Mesmo nada? Credo; Eu já li os livros todos que aparecem na lista. Tens mesmo de começar a ter juízo. – disse a garota indignada.
- Eii, eu nem sabia que era feiticeiro! Não tenho culpa de nem sequer saber onde estou. Não tenho pais nem ninguém no mundo mágico que me ajuda – disse Felipe.
- Ohh’ desculpa por favor! Sério...lamento imenso. Eu irei fazer de tudo para te ajudar. Ah, a propósito...o meu nome é Amy...Amy Granger. Prazer em conhecer-te...
- Felipe...Felipe Potter. – concluiu Felipe.
- Prazer em conhecer-te Felipe ^^ - disse ela – Espera...és tu? O Potter? O rapaz que sobreviveu? – perguntou ela entusiasmada.
- Sim sou eu. Como é que sabes? – perguntou ele.
- Li sobre ti nuns livros. Vamos, tenho de estar com os meus pais ás 17horas no Caldeirão Escoante e já são 15horas, e ainda tenho muito por comprar. Vamos fazer as compras juntos e depois vens comigo e os meus pais te levam também à estação de King’s Cross, okay’? – Disse ela com ar de intelectual.
- Tá, muito obrigado por me ajudar. Sem você eu não sabia o que fazer. – respondeu Felipe ansioso.
- Oh’ é o mínimo que posso fazer, afinal não é todos os dias que se conhece alguém como tu. – Disse ela.
- Como eu? Como assim? – perguntou ele envergonhado.
- Capaz de derrotar um dos feiticeiros mais poderosos que já existiu mesmo enquanto bebé. – respondeu Amy.
- Oh isso...eu nem devia saber o que estava a fazer, deve ter sido só choramingar e provavelmente molhar a fralda . – disse ele brincando.
- Hehe’ bem por onde começamos? – perguntou ela.
- Deixa eu ver a carta. – disse Felipe.
Escola de Magia e Feitiçaria de Hogwarts
Uniforme
Os alunos do primeiro ano vão precisar de:
1. Três mantos de trabalho (pretos)
2. Um par de luvas de protecção (de pele de dragão ou semelhante)
3. Uma capa de Inverno (preta com fechos prateados)
Por favor, tenha em atenção que as roupas dos alunos devem ter etiquetas com os nomes.
Livros adoptados
Todos os alunos deverão ter um exemplar dos seguintes livros:
O livro básico dos feitiços (grau 1 ), por Miranda Goshawk
A história da magia, por Bathilda Bagshot
A magia teórica, por Adalbert Waffling
A transfiguração – Um guia para principiantes, por Emeric Switch
Um milhar de ervas e fungos mágicos, por Phyllida Spore
Planos e Poções mágicas, por Arsenius Jigger
Animais fantásticos e onde encontrá-los, por Newt Scamander
As Forças das trevas: Guia para autoprotecção, por Quentin Trimble
Outro Equipamento
Uma varinha
Um caldeirão (chumbo, tamanho 2)
Um telescópio
Um conjunto de balanças de bronze
Um caduceu
Os alunos podem também trazer uma coruja, um gato ou um sapo.
LEMBRAMOS AOS PAIS QUE NO PRIMEIRO ANO OS ALUNOS NÃO ESTÃO AUTORIZADOS A USAR AS SUAS PRÓPRIAS VASSOURAS
- Então? Por onde começamos? – perguntou Felipe.
- Vamos primeiro comprar os livros à Borrões e Floreados, que é uma livraria que fica por ali! – disse Amy apontando para uma loja um pouco mais á frente de onde eles estavam.
- Sim claro! Vamos!

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Diagon-Al - Capítulo 2

Mensagem por Amy Nyteshade em Qua Set 07, 2011 10:35 pm


Diagon-Al - Capítulo 2
Depois de comprarem todos os livros que precisavam, saíram da loja e foram comer um gelado juntos.
- Como achas que vai ser aprender magia? – perguntou Felipe.
- Eu acho que vai ser muito divertido e misterioso. Realmente estou ansiosa por saber como fazer todos os feitiços que li. Quando sairmos daqui, vamos directamente ao Ollivander’s , que é onde se compra a varinha. – respondeu ela.
- Claro minha senhora, ás suas ordens ! – disse ele a brincar.
- Hey’ que foi...eu apenas estou a organizar-me mentalmente, é uma das coisas que costumo fazer... – disse Amy.
- Eu não disse nada hehe’. Até acho bem teres tudo planeado, aparentas ser alguém organizado e inteligente. Na minha escola de não feiticeiros existem só garotas desinteressadas. Elas só são bonitas e populares, e gostam imenso de se exibir. Mas realmente não gosto muito delas. São falsas só para atraírem. – indagou Felipe.
- Humm...Obrigado. – disse ela envergonhada – Bem, temos de nos despachar. Vamos ao Ollivander’s!
Dito isto, agarrou Felipe pelo braço e encaminhou-o até uma loja misteriosa. Nessa loja só se viam colunas de caixas escuras, até que de repente aparece um homem.
- Bem-vindos, o meu nome é Ollivander, com que então vieram comprar as suas varinhas. Estou certo ou estou certo? – disse Ollivander.
- Está certo ... – respondeu Amy confusa – Então...como escolhemos a varinha?
- Oh não não não! Vocês não escolhem a varinha! – respondeu ele.
- Então como sabemos qual comprar? – perguntou Felipe.
- A varinha é que vos escolhe a vocês! – disse Ollivander.
Isto deixou-os pensativos, e enquanto Mr.Ollivander fora buscar algumas caixas de varinhas, trocaram olhares carinhosos e divertidos. Quando Ollivander voltou, mediu o braço de Felipe e...
- Então...experimente esta de madeira de faia e tendões de coração, 23centimetros, simpática e flexível Mr. ...(?) – indagou Ollivander.
- Potter senhor. – disse Felipe.
- Potter? Felipe Potter? O rapaz que sobreviveu? Há muito que espero pela sua visita Mr.Potter! É um prazer tê-lo aqui na minha loja. – disse Ollivander.
Felipe pegou na varinha e agitou-a levemente. Ouviu-se um estouro, ele tinha partido os vidros da montra. Depois disto, ele pousa lentamente a varinha na mesa com ar de inocente.
- Desculpe Mr.Ollivander.
- Oh não querido Mr.Potter, não tem culpa. Isso apenas significa que não é a varinha certa. Hmm’ deixa-me pensar...que tal...madeira de bordo e plumagem de Fénix, dezoito centímetros, bastante maleável...experimente. – disse Ollivander entregando-lhe outra varinha.
Felipe experimentou mas nada aconteceu. E Mr.Ollivander continuou a dar-lhe varinhas até que a pilha de varinhas que já tinha experimentado ficou enorme.
- Cliente difícil...que tal uma combinação pouco vulgar...azevinho e uma pena de Fénix, 28 centímetros, macia e flexível.
Felipe sentiu um calor nos dedos, agitou a varinha e ...saíram dela faíscas vermelhas e douradas.
- Parabéns Felipe!! – disse Amy aplaudindo.
- Obrigado Amy. – respondeu Felipe.
- Muito bem Mr.Potter...que curioso...é do mesmo material da varinha que deixou a sua cicatriz... – indagou Ollivander – Bem, passe-mos á Mrs...
- Granger senhor...Amy Granger.
- Bem, Mrs.Granger que tal uma ébano e pêlo de unicórnio, 21 centímetros, extremamente ágil...Exprimente! – disse Ollivander entregando-lhe uma varinha.
Nada aconteceu...
- Hmm...que tal...uma de carvalho com um pêlo de unicórnio, 24 centímetros, um pouco maleável e ágil ? – disse Ollivander entregando-lhe outra varinha.
Desta vês saltaram faíscas douradas da varinha.
- Óptimo, então é tudo. – finalizou Ollivander.
Ollivander guardou as varinhas e entregou-lhes. Depois de saírem de Ollivander’s foram à Madame Malkin.
- Hogwarts meu filho? – perguntou Madame Malkin.
- Sim... – respondeu Felipe.
Enquanto Madame Malkin tirava as medidas a Felipe, Amy avistou um rapazinho à espera.
- Hei! Então? Despache-se, ou o meu pai faz queixa de si ao ministro. – disse ele.
- Tem calma! Também vais para Hogwarts? – perguntou Amy.
- Sim...Os teus pais? – perguntou ele.
- Estão a trabalhar.
- O que fazem eles?
- São dentistas...é que sabes, eles não são feiticeiros. – disse Amy.
- São Muggles? Significa que és uma Sangue-de-lama? – perguntou ele.
Amy não responde, e volta para a beira de Felipe.
- O que aconteceu Amy? – perguntou preocupado Felipe.
- Nada...É a minha vez? – perguntou ela.
- Sim, anda. – disse Felipe.
Depois que saíram de Madame Malkin, foram comprar os materiais necessários...até que por fim, foram á loja de animais.
- Uau eu queria ter uma coruja, assim poderia enviar as cartas aos meus pais! – disse Amy entusiasmada.
- É...bem eu queria uma coruja só para companhia mesmo... – disse Felipe tristemente.
- Oh Felipe...desculpa. – acrescentou Amy abraçando-o.
- Que nada! Vamos escolher as corujas. – disse Felipe – Olha eu amei essa daí branca!
- Sim ela é bonita mesmo, vai comprá-la? – perguntou Amy.
- Sim...quero essa.
- Eu estou muito indecisa...- disse Amy
De repente salta um gato laranja para cima dela.
- Aii, que é isso!
- Desculpa o Archie é um pouco trapalhão! Ele ainda não foi comprado...ninguém o escolhe. – Disse a funcionária.
- Awn mas ele é uma gracinha! Não percebo porque não o querem...fico com ele! – disse Amy entusiasmada.
- Muito Obrigada!
Saíram ambos da loja e dirigiram-se ao Caldeirão Escoante.
- Sabes, estar contigo faz-me sentir muito bem...não sei porquê. Acho que vamos ser óptimos amigos...não achas? Espero ficar na mesma casa que tu! – disse Amy.
- Sim, claro que vamos ser ótimos amigos. Depois tens de me explicar o que é isso das casas hehe’. – respondeu Felipe.
- Okay’... – disse Amy.
Dito isto tropeça numa pedra, mas logo Felipe a agarra.
- Aii! Obrigada Felipe. O meu grau de desastre é enorme....ainda não te tinha dito isso. – disse Amy rindo-se.
- Hehe’ não há problema.
E entraram os dois no Caldeirão Escoante.

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Caldeirão Escoante & Kings Cross - Capítulo 3

Mensagem por Amy Nyteshade em Qua Set 07, 2011 10:38 pm


Caldeirão Escoante & Kings Cross - Capítulo 3
Depois de Amy apresentar Felipe aos seus pais, eles ficaram hospedados no Caldeirão Escoante até ao dia 1 de Setembro.
- Hey, Felipe! Chega aqui! – disse Amy segurando um livro.
- Que foi Amy? – perguntou Felipe curioso.
- Diz aqui que Hogwarts é uma das 3 melhores escolas que existe! – disse Amy.
- Nuss, que bom. Será que fica muito longe daqui? – perguntou Felipe apercebendo-se da sua ignorância em relação ao mundo da magia.
- Eu li que Hogwarts fica numas montanhas a Norte de Inglaterra...e por isso vamos de comboio. – disse Amy.
- Deve ser lindo!
- É...como...
- Como o quê? – perguntou Felipe.
- Como esse livro descreve! - Disse Amy rapidamente.
- Ahm...
- Archiee! Anda cá! – disse Amy quando vê o seu gato a sair do quarto.
Amy vai atraz dele e encontra-o na sala.
- Archie! Não podes fugir assim de mim! – disse Amy.
Depois, aparece um rapaz e diz:
- Desculpa, fui eu que chamei. Ele é bem bonito.
- Ahm...não...não há problema. Já agora o meu nome é Amy Granger. Vou para Hogwarts. – disse ela.
- Ah, eu chamo-me Lucas Weasley, também vou para Hogwarts com meus irmãos. – disse Lucas.
- Que bom, mais um aluno que conheço. Eu estou aqui com um amigo que conheci na Diagon-Al. Ele é Felipe Potter, certamente já ouviste falar.
- Sim já. – disse ele.
- Felipeee! – chamou Amy.
- Que foi Amy? – disse Felipe aparecendo na sala.
- Olha! Mais um que vai para Hogwarts o nome dele é Lucas Weasley. Não é óptimo já conhecer-mos mais gente? – disse Amy entusiasmada.
- Hm...talvez. Mas eu pensei que só íamos estar com mais gente de Hogwarts só no comboio... – disse Felipe desanimado.
- E então? Ainda bem que estamos antes. Assim dá para nos conhecermos melhor.
- É...é óptimo ter com quem falar para além dos meus irmãos e irmã. – disse Lucas.
- Bem, vamos fazer a mala se queremos amanhã ser rápidos de manhã! – disse Amy.
- Sim vamos. – concordou Felipe.
Depois que fizeram as suas malas e se deitaram nas camas algo aconteceu de madrugada...
- Felipe! Felipe! – chamou Amy.
- Diz, que foi? – disse Felipe ainda de olhos fechados.
- Estavas a sussurrar...a dizer ‘’Como é que não o consegui fazer?!’’ e repetiste-o muitas vezes...estavas a sonhar? – perguntou Amy.
- Eu...eu disse isso? Não me lembro..só me lembro de ver uma luz verde... – disse Felipe assustado.
- Luz verde? Oh Felipe...devias estar com um pesadelo de quando o Quem-nós-sabemos tentou te matar...porque luz verde é a cor da maldição imperdoável da morte. (Li isso num livro...- acrescentou ela).
- Hm...Vamos dormir, amanhã temos de acordar cedo. – disse Felipe rapidamente.
- Okay...tens razão. Se precisares de alguma coisa é só dizeres. Promete que não me escondes nada! Eu só quero que fiques bem. – disse Amy preocupada.
- Ok, obrigada. És a melhor amiga que já tive. Ou melhor quase a única sendo que o meu primo batia em quem fosse meu amigo. – disse Felipe.
- Oh...que querido. Bem, lamento...Vamos dormir. – disse Amy.
- Ok.
Na manhã seguinte...
- Amy! Amy! Acorda! É hoje! Vamos para Hogwarts! – disse Felipe entusiasmado!
- Okay! Já vou! - respondeu com voz de sono.
Depois que saíram do Caldeirão Escoante, e chegaram a King’s Cross..
- E agora? Onde é? – perguntou Felipe.
- Diz aqui que é na plataforma 9 e 3/4...mas da 9 passa logo para a 10. – disse Amy confusa.
- Têm de ir a correr à plataforma 9 e saem logo na plataforma 9 e ¾! - disse Lucas.
- Tem a certeza que não vamos contra ela se fizermos isso? É que isso parece uma ação um pouco masoquista...Não é todos os dias que uma parede deixa de ser sólida...deves ter experimentado isso e ter batido a cabeça com força de mais... – disse Felipe brincando.
- Hahaha’ que piadinha...os meus irmãos já andam em Hogwarts e sabem como ir para a plataforma. Vamos, não há problema. – disse Lucas.
- Okay! Eu vou confiar em ti Lucas! – disse Amy.
Amy já se tinha preparado para ir quando Felipe a agarra...
- Pera aí Amy!
- Que foi Felipe? – perguntou ela.
- Eu vou primeiro...
- Pensei que tivesses receio de ir contra a parede...heh’- disse Amy brincando.
- E tenho, por isso mesmo é que você não deve ir primeiro. – disse Felipe.
- Anw’ Obrigado...
Depois que todos chegaram à plataforma 9 e 3/4 alguem chamou:
- Lucas! Lucas! Aqui! Rápido, ou o comboio vai sem nós! – gritou uma garota sorridente.
- Já vou Giza! – disse Lucas.
- Quem é ela? – perguntou Amy desconfiada.
- É a minha irmã. Ela não devia entrar este ano para Hogwarts mas os meus pais mandaram uma carta para o Dumbledore e ele deixou ela entrar um ano mais cedo. – explicou Lucas.
- Ahh...que bom! Mais uma amiga! – disse Amy.
- Oi tudo bem? – disse Giza.
- Sim e contigo? – perguntou Amy entusiasmada.
- Também. Vamos ou não?
- Vamos! Deixa só me despedir dos meus pais. – disse Amy.
Depois de estarem todos prontos, entraram no comboio.
- Vamos, vi ali uma carruagem vazia. – disse Felipe.
Entraram na carruagem...
- Quero ir à janela! – disse Amy.
- Eu também. – disse Giza.
Sentaram-se em frente uma da outra...E Lucas se senta ao lado de Amy quando...
- Ei sai daí Lucas! – disse Felipe.
- Que foi? – perguntou Lucas.
- Como não conheço bem a sua irmã porque não vai você ao lado dela? – perguntou Felipe.
- Hmm...ok. – disse Lucas.

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Expresso de Hogwarts - Capítulo 4

Mensagem por Amy Nyteshade em Qua Set 07, 2011 10:43 pm


Expresso de Hogwarts - Caoítulo 4
O expresso de Hogwarts começa a andar e...
- Hei deixa-me entrar! – disse um rapaz.
- Entra.
- Olá, sou o José Weasley! – disse um dos gémeos.
- E eu o Frozen! – disse o outro.
- Estes são os meus irmãos. – disse Lucas.
- É eles são um pouco estranhos... – disse Giza.
- Ei, maninha! O que é isso?! Já começas a criticar? Olha que o Silver está desejoso de te conhecer, e eu posso dizer-lhe umas quantas coisas sobre ti. – disse Frozen.
- Quem é esse? Não vás inventar nada! – disse Giza rapidamente.
- Não te preocupes mana, ele não diz nada...é tudo letra. – indagou José.
Depois, ambos os irmãos se sentaram ao lado de Lucas e Felipe.
- Então vocês já andam em Hogwarts! – constatou Felipe.
- Sim andamos, e sinceramente já tivemos quase para sair várias vezes...é que sabes...o que é da vida sem um pouco de adrenalina? – disse Frozen.
- Sim pois, depois não se queixem de a mãe vos pôr de castigo e tirar-vos as vossas vassouras. E depois ficam amuados enquanto me vêem a voar no quintal com o Red. – disse Giza.
- Oh maninha, é tudo uma questão de escapar às mãos do encarregado. – disse José.
- Sim pois. Um dia são expulsos de vez...e depois quero ver como se safam. – disse Lucas.
- Vocês deviam ter cuidado...e aplicarem-se mais nos estudos! – disse Amy.
- Talvez tenhas razão...ãh...
- Amy...Amy Granger. – disse Amy pousando o livro que estivera a ler.
- Amy talvez vás ficar nos Ravenclaw...ouvi dizer que eles são inteligentes e estudiosos. Aposto que vou ficar em Hufflepuff, com a minha atitude divertida...ou então nos Gryffindor, como todos os meus irmãos ficaram. – indagou Giza.
- Hm...gostava de ficar em Gryffindor realmente, pessoas como Dumbledore, Nicholas Flamel (um famoso alquimista que li num livro – acrescentou Amy) e James Potter, pai do Felipe...tiveram em Gryffindor, portanto se eles tiveram lá, é lá que quero estar. – disse Amy.
- Hmm...quem será Silver? – disse Giza sem prestar atenção ao que Amy dizia.
- Quê?
- Nada, nada...- disse Giza rapidamente.
- Hm..daqi a 1 hora temos de vestir os nossos uniformes! – disse Lucas.
Passado meia hora aparece alguém na carrugem...
- Então...ouvi falar que era aqui que estava Felipe Potter – disse um rapaz.
- Quem és tu? – disse Felipe.
- Ele é Daniel Malfoy, o filho de Lucius Malfoy, o inimigo do nosso pai. – disse Lucas.
- Oh tadinho do papá Weasley, cuidadinho para ele não ser despedido. – disse Daniel.
Lucas ficou vermelho de raiva.
- Hey’, espera aí...és tu o da Madame Malkin? – perguntou Amy.
- Olha quem é ela, senão a Sangue-de-Lama. Felipe, não acho que devesses andar com essa gentinha. – disse Daniel.
- Repete o que disseste! – disse Felipe levantando-se repentinamente e empurrando Daniel.
- Oh tu ouviste muito bem, andar com gentinha desta não te vai levar a lado nenhum Sr. Famoso Potter. – disse Daniel com raiva.
Tudo aconteceu numa fracção de segundo. Felipe deu-lhe socos, até que Daniel tirou a varinha do manto ...
- Atordoar (estupefaça) ! – disse Daniel.
E Felipe foi arrematado contra o vidro.
- Petrificus Totalus! – disse Amy.
E Daniel ficara petrificado.
- Ai! O que fizemos! E agora? – disse Amy.
- Agora que venham busca-lo ao corredor, ele que não se metesse connosco. –disse Giza.
- Haha, boa maninha, estás a começar a aprender umas coisas. – disse José.
- Hahaha, que piada. Eu só o odeio, aliás ele não tinha nada que dizer aquilo á Amy. – acrescentou Giza.
- Bem vamos nos despachar senão quando chegar-mos lá ainda não estamos prontos. - disse Lucas.
- Felipe! Felipe estás bem? Felipe! Felipe acorda! – disse Amy durante este tempo todo.
- Amy? Amy o que aconteceu? Onde está ele? – disse Felipe ainda atordoado.
- Ele já foi...oh Felipe, pensei que tivesses, pensei...oh Felipe – disse Amy a choramingar.
- Calma Amy foi só Atordoado, pensei que soubesses isso, já que lês muito...- disse Frozen apontando para o livro.
- E sei...mas sabe-se lá...- disse Amy levantando o Felipe e pousando-o na cadeira.
Depois disto vestiram-se (separados rapazes e garotas) e chegaram a Hogwarts.
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Chapéu Seleccionador - Capítulo 5

Mensagem por Amy Nyteshade em Qua Set 07, 2011 10:47 pm


Chapéu Seleccionador - Capítulo 5
À saída do comboio, Felipe avistou Hagrid...
- Primeiros anos por aqui! – Gritava Hagrid.
- Hagrid! Que bom ver-te! – disse Felipe.
- Vês Felipe? Conseguiste safar-te sozinho hãh! - disse Hagrid.
- Sozinho não, conheci uma garota lá na Diagon-Al, chama-se Amy Granger! – disse Felipe apontando para a Amy.
- Olá Hagrid! O Felipe falou muito de ti estes dias. – disse Amy.
- Coisas boas, espero eu. – indagou Hagrid sorrindo.
- Sim, claro. – disse Amy enquanto se ria.
Depois dirigiram-se todos até aos barcos...iam ter de atravessar o rio.
- Credo temos de atravessar o rio? Simplesmente não podemos ir a voar? – disse Giza descontente.
- Pois... – afirmou Felipe.
Depois que atravessaram o rio...
- Nuss me molhei todo! – queixou-se Lucas.
- Espera... – disse Amy pensativa – Já sei! Tergeo;
- Uau; Obrigada Amy! – disse Lucas.
- De nada Lucas.
- Amy...- chamou Felipe.
- Sim?
- Em qual casa você acha que vou ficar? – disse Felipe desconversando.
- Hm...talvez em Gryffindor. – disse Amy.
- Acha? – disse Felipe entusiasmado.
- Claro, porque não?
- Vamos despachem-se! Ainda ficamos presos cá fora. – disse José.
- Mas estaríamos presos cá fora, ou eles é que estariam fechados lá dentro? – perguntou Frozen pensativo – Eis a questão...
- Frozen...não teve piada. – disse Giza.
*Enquanto Amy se ria ás gargalhadas*
- Teve sim, ela se ta a rir. – afirmou Frozen.
- Oh...bem não me liguem...eu riu por tudo e por nada. – disse Amy revirando os olhos – mas foi do Felipe...ele me estava a dizer umas coisas engraçadas
Todos olharam para Felipe...
- Que foi? – perguntou Felipe.
- Você diz coisas engraçadas? – perguntou Giza.
- Sim...porquê? – perguntou ele.
- Nada, nada. – responderam eles.
- Hmm...vamos rápido. – disse Amy.
Depois que entraram no átrio, apareceram alunos de todos os lados.
- Nuss, isso tem muita gente. – disse Lucas.
- É...e a maioria são elfos. – disse Frozen.
- Elfos? Mas..mas...são todos alunos. – disse Lucas confuso.
- Ai são? Então puxa as orelhas a um que você vê como crescem. – disse José.
Lucas chegou ao pé de uma garota e lhe puxou as orelhas.
- AUTCH, o que você está fazendo seu bobo trouxa?! – disse ela.
- Nada, nada...me desculpe. – disse Lucas rapidamente olhando para os irmãos irritado.
- Hei, espera...como você se chama? – perguntou Lucas à garota.
- Eu? Me chamo Megumi. E você? – perguntou ela.
- Lucas...Lucas Weasley. – disse Lucas.
- Um Weasley? Ohh... – disse ela desconsolada.
E foram todos encaminhados para uma sala pela professora McGonagall.
- Os meus irmãos disseram que a selecção para as casas doía. Mas aposto que eles estavam apenas na zoação. – disse Lucas para o Felipe.
- Espero bem que sim. – disse Amy interrompendo – Será que nos vão fazer tipo um teste? Eu estudei mas acho que não foi o suficiente para fazer um teste logo no primeiro dia.
- Você estudou? Nuss...se for um teste eu não passo com certeza, não sei nada de magia ainda. – disse Felipe preocupado.
- Não te preocupes Felipe, vai tudo correr bem. – disse Amy sorrindo-lhe.
- Espero bem que sim...
Entraram no salão, e tinham umas quatro mesas e uma cadeira mesmo em frente á mesa dos professores. Com um chapéu velho pousado nela. Os alunos do primeiro ano ficaram confusos e ouviam-se sussurros por todo lado.
Felipe olhou para o tecto, viam-se milhões de estrelas, era como se tivessem lá fora.
Ouviu Amy murmurar ‘’ É pura magia para parecer o céu lá de fora, li sobre isso em Hogwarts: Uma História. ‘’
- O quê? Temos de tirar um coelho do chapéu? É essa a magia? – perguntou Giza confusa.
Frozen e José já se tinham sentado nos seus lugares junto com os alunos de Gryffindor, pois já tinham feito a selecção no ano anterior, quando entraram na escola.
De repente o chapéu abre um rasgão e começa a cantar:
Vocês acham que sou feio
Olhem que o aspecto mente
De certeza que não encontram
Chapéu mais inteligente.
Guardem os chapéus de coco
Chapéus altos e de peles
O chapéu que escolhe em Hogwarts
É melhor que todos eles.
Nada há nas vossas cabeças
Que eu não possa adivinhar
Ponham-me e eu já vos digo
Onde é o vosso lugar.
Talvez seja em Gryffindor
Onde reina a ousadia
Que se destaca de todos
Em audácia e valentia.
Ou talvez em Hufflepuff
Onde trabalham contentes
Os alunos verdadeiros,
Leais, justos, pacientes.
Ou no velho Ravenclaw
Se tens a mente prontinha
Se és prudente e estudioso
Achaste o que te convinha
Ou quem sabe o teu lugar
Seja com os Slytherin
Que nunca olharam a meios
Para atingirem os fins.
Portanto experimenta-me
E não percas a cabeça
Sou o seleccionador
Muito embora não pareça!
-
Todos aplaudiram.
- Só é preciso pô-lo na cabeça? Mato o José, ele convenceu-me que era preciso lutar com um duende. – sussurrou Giza ao ouvido de Amy.
- Felipe, tenho medo de ficar em Ravenclaw e tu em Gryffindor...- disse Amy não prestando atenção ao que Giza dizia.
- Eu também. – disse Felipe.
*Lucas ria-se ás gargalhadas depois de ouvir o que Giza dissera*
- Abbott, Hannah! – chamou McGonagall.
Ela senta-se na cadeira, põe o chapéu e...
- HUFFLWPUFF! – Gritou ele.
Continuou até que a primeira Gryffindor foi seleccionada...
- Brown, Megumi!
- GRYFFINDOR! – gritou o chapéu.
Quando chegou à Amy...
- Granger, Amy!
Amy correu imediatamente para a cadeira e afundou o chapéu na cabeça.
- Hmm...díficil...talvez Ravenclaw? – sussurava o chapéu.
- RAVENCLAW! – Gritou o chapéu.
- Oh bolas! – disse Amy correndo para a mesa dos Ravenclaw. Olhou para a mesa dos Gryffindor desanimada e depois para Felipe, que estava com um ar ainda mais desanimado.
- Longbottom, Zero!
- GRYFFINDOR!
- Malfoy, Daniel!
- SLYTHERIN!
- Weasley, Giza!
- GRYFFINDOR!
- Potter, Felipe!
Amy levanta-se e lhe dá um abraço: Boa sorte Felipe! – disse ela.
- Obrigado.
Ele senta-se e...
- Hmm díficil...muito díficil. Cheio de coragem estou a ver...inteligente também. Talento...onde hei-de te pôr?! – sussurrava o chapéu.
- Slytherin não, Slytherin não! – pensou Felipe.
- Hmm...Slytherin não hãh?! Então... – disse o chapéu – GRYFFINDOR!
Hagrid piscou o olho ao Felipe, e ele sentou-se ao lado de Frozen.
- Weasley, Lucas!
- GRYFFINDOR!
Os alunos aplaudiram e ele sentou-se ao lado de Giza.
- Outro Weasley hãh?! – disse um rapaz de Ravenclaw.
- Sim...como se chama? – perguntou Lucas.
- Silver...Silver Thomas. – respondeu ele olhando para Giza.
- Ah, ouvi falar. Red é seu amigo não é?
*Giza vira a cara e Frozen&José começam-se a rir*
Amy enquanto jantava, observava os novos colegas de Ravenclaw, ainda desanimada. Vira-se para trás:
- Giza! – chama ela.
- Amy...lamento. – responde Giza do outro lado.
- Hey Giza! Não estava à espera que ficasses em Gryffindor. Parabéns! – disse um rapaz do outro lado da mesa de Gryffindor.
Amy observou-o intrigada e ele olhou para ela por uns momentos até que ela virou a cara que se tinha tornado vermelha.
Depois de comerem, dirigiram-se para as respectivas salas comuns...
- Felipe! Foi tão mau ter ficado em Ravenclaw sem ninguém.
- Não te preocupes havemos de estar juntos nos intervalos. – comentou ele.
- Eu sei...Amanhã espera por mim à entrada. Temos aulas juntos.
- Ok, até amanhã Amy.
*Amy abraça Felipe*
- Hey Giza! -chamou Silver.
- Como é que ele sabe o meu nome?! – sussurrou Giza à Amy.
- Sei lá! – disse Amy rindo-se.
- Oii que bom que você ficou no Gryffindor. – disse Silver.
- Hmm...sim pois. Quem te disse o meu nome? – perguntou Giza.
- Os seus irmãos. – disse ele.
- Eu mato-os. – disse Giza irritada.
*Amy ria-se intensamente*
- Não te rias! – disse Giza.
- Giza quem era aquele que te deu os parabéns por teres ficado em Gryffindor? – perguntou Amy baixo.
- Era o Red, ele é amigo do Silver e do Felipe. Conheço-o por ele costuma ir lá a casa. – respondeu Giza. – Porquê?
- Por nada. Curiosidade. –
- Hey Amy!
Amy virou-se.
- Boa noite. – disse Felipe.
- Boa noite Felipe. – disse Amy.
*Felipe segue os outros para a sala comum*
- Uhh...- disse Giza.
- Uhh nada. – indagou Amy sorrindo.
Depois foram todos para os dormitórios.
Felipe ficou até a tarde a observar a lua, a acariciar a sua coruja e a pensar nas semanas que tinham acabado de passar...realmente não se trata dum sonho...mas é tão difícil acreditar que é real, que Felipe tinha até medo de adormecer e acordar daquele sonho.
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Amy Nyteshade
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Aula de Encantamentos

Mensagem por Amy Nyteshade em Sex Dez 30, 2011 1:22 pm


Aula de Encantamentos - Capítulo 6
Nessa manhã, todos saíram para a primeira aula de magia que iam ter.
- Felipe anda ou vais chegar atrasado! – Disse Amy.
- Calma Amy, ainda é cedo - disse Lucas.
- Vai ser um óptimo primeiro dia! Nem quero pensar...estou mortinha por pôr em prática todos aqueles feitiços – disse Amy entusiasmada.
- Já estou pronto – disse Felipe aparecendo na sala comum – Sabes, acho que não devias ter invadido a nossa sala comum.
- Felipe! – disse Amy olhando na direcção dele. - Iria ficar sozinha à tua espera na entrada? Nem penses. Vamos!
Saíram todos, e foram em direcção à sala de Encantamentos.
- Mal posso esperar por aprender magia. – dizia Felipe enquanto Amy esperava com o livro na mão pelo professor.
- Sim, eu também. – disse Lucas.
- Hey! Olhem. – disse Amy.
Por detrás de uma secretária surgiu um homem baixo.
- Bom dia alunos, eu sou o vosso professor de encantamentos e vou vos ensinar como praticar feitiços. Eu também sou o capitão da equipa/casa de Ravenclaw. Bem...Hoje iremos aprender dois feitiços, o de levitação ‘Wingardium Leviousa’ e o de convocatória ‘Accio’.
Depois os alunos se distribuíram aos trios e Felipe, Lucas e Giza ficaram juntos. Enquanto que Amy ficou com Silver e Red noutra mesa.
- O que é suposto fazer com a pena? – perguntou Lucas.
- Duh! Talvez levitá-la. – disse Amy na mesa atrás.
- Sim pois, é muito fácil dizer. – disse Lucas. - Wingardium Leviousáá!!
*A pena não se moveu*
- Estás a pronunciar isso mal, é LeviOUsa e não LeviousÁ! – corrigiu Amy.
- Ai é? Então porque não tentas tu já que és tão inteligente. – disse Lucas irritado.
- Wingardium Leviousa! – disse Amy apontando para a sua pena.
* A pena levita um metro acima da secretária*
Silver que estava no meio de Amy e Red, fica boquiaberto. Enquanto que Red observa-a com um ar intrigado.
*Os alunos aplaudem *
- Muito bem Mrs.Granger, 10 pontos para Ravenclaw. – disse o professor.
- Wingardium Levisaa! – disse um rapazinho de Gryffindor.
*Ouviu-se uma explosão e ele ficou chamuscado*
- Queres ajuda? – perguntou Amy.
- Sim, por favor. – disse ele.
- Como te chamas?
- Victini...Victini Finnigan. – disse ele.
*passados uns minutos*
- Amy, Amy! Olha consegui! – disse Felipe.
- Parabéns Felipe! – disse Amy alegremente.
- A mim não me dizes os parabéns. – disse Lucas.
- É para aprenderes a não ser mal agradecido. – disse ela.
- Agora, vamos aprender a convocar. Quem quer tentar? – disse o professor.
* Amy ergue a mão e estica-se ao máximo*
- Mais alguém? – perguntou Flitwick descontente.
* Amy quase se põe de pé mas Red levanta o braço*
- Faça a demonstração Mr.Wood – pediu o professor.
- ACCIO livro! – disse Red.
* O livro do professor veio até ás mãos dele*
- Muito bem Mr.Wood! 10 pontos para Gryffindor.
Amy aproxima-se de Giza na cadeira da frente e sussurra: Exibicionista.
Depois disto, ao fim da aula já todos tinham conseguido.
*Felipe e Lucas saem primeiro*
- Red Wood. Que raio de nome é esse? – disse Amy dirigindo-se a Giza.
- Não o critiques demasiado ou vais ser atacada pelas garotas. Ele tem admiradoras, é um aluno excelente. O meu irmão diz que ele já sabia quase todos os feitiços antes das aulas. – comentou Giza.
- Peffet. Admiradoras. Não admira que seja exibicionista. – disse rapidamente Amy.
- ‘’é leviOUsa e não leviousÁÁ’’ – disse Lucas imitando Amy. – Mas quem é que ela pensa que é?! Assim não há-de ter muitos amigos, sempre a corrigir.
* Amy que estava atrás deles passa por eles a chorar*
- Achas que ela ouviu? – perguntou Lucas.
* Felipe empurra Lucas*
- É claro que ouviu, és mesmo...és mesmo...argh seu insensível, agora devias ir ter com ela e pedir desculpa. – disse Felipe irritado.
- Eu? Pedir desculpa? Não tenho culpa que ela seja sensível à opinião dos outros. – disse ele.
- ARGH! Depois falamos. – disse Felipe indo a correr atrás de Amy.


Última edição por Amy Nyteshade em Sex Dez 30, 2011 1:31 pm, editado 1 vez(es)
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Aula de Herbologia - Capítulo 7

Mensagem por Amy Nyteshade em Sex Dez 30, 2011 1:30 pm

Aula de Herbologia - Capítulo 7

- Viram a Amy ? – Perguntou Felipe chegando por fim à sala comum.
- Ela está lá em cima, ainda não saiu de lá. Não veio connosco almoçar. E recusa-se a contar-me o que se passou. O que foi que aconteceu? – perguntou Giza frustrada.
- Hm não importa. – disse Felipe correndo as escadas até ao dormitório feminino de Ravenclaw.
*Felipe bate à porta*
- Por favor Giza, já te disse que quero estar sozinha! – disse Amy choramingando.
- Sou eu, posso entrar? – perguntou Felipe.
- Entra...
*Felipe entrou no quarto e sentou-se à beira de Amy*
- Ele não disse por mal. És uma excelente feiticeira Amy, e muito inteligente, todos sabem que quando corriges só estás a tentar ajudar. Ele é que disse sem pensar. – disse Felipe.
- Juras? – disse Amy.
- Juro.
*Felipe abraça Amy e ficam assim por uns instantes*
*Lucas entra*
- Eu vinha aqui ver como estavas, a Giza contou-me que ficaste aqui o almoço todo. Lamento imenso, eu não queria interromper o ‘casalinho’. – disse Lucas ao vê-los abraçados.
- Casalinho? Casa...? Seu idiota ingrato! Ele só veio aqui preocupado comigo por uma coisa que TU fizeste. E não me venhas com desculpas meu menino. Se me achas isso tudo porque é que não disseste na minha cara? Porque é que te finges de meu amigo? – disse Amy irritada.
- Calma eu não pensei, aquilo saí-me, desculpa. – disse Lucas.
Mas Amy já te tinha levantado.
*Amy chegou perto de Lucas*
- Não penstaste? Oh sim claro, quando se vai falar duma suposta amiga não se pensa nas consequências. Aquilo não é coisa que simplesmente saia, se disseste é porque assim o achas. Se sou assim tão irritante porque é que continuas aqui? Vai, deixa lá. Não preciso da tua amizade se essa vai ser falsa...
*Lucas interrompe-a com um beijo demorado*
*Amy dá-lhe um estalo e começa a chorar*
- Desculpa...- disse Lucas e saiu.
Felipe que tinha ficado aquele tempo todo a olhar calado, ficou com uma cara de espanto. E Amy se senta a chorar.
*Felipe abraça-a*
- Eu gosto dele. Quero-o como amigo mas...– disse Amy sussurrando. – Não devia ter gritado e ele não devia ter-me beijado.
- Ele também gosta de ti. Afinal, quem pode não gostar? Mas se ele volta a magoar-te eu...eu não sei o quanto eu consigo-me controlar. – disse Felipe.
Depois tiveram a aula de herbologia com os alunos de Hufflepuff e a professora Sprout. Tiveram a plantar mandrágoras aos pares. Felipe e Lucas ficaram com Megumi Brown. Ao fim da aula...
- Waw Megumi, não sabia que você tinha tanto jeito para herbologia. – comentou Lucas.
- É...eu amo natureza. – disse Megumi sorrindo inocentemente para Lucas. – Olha só esse bolo que eu preparei!
*Megumi lhe deu um bolinho&Lucas comeu-o*
- Waw é saboroso, parabéns.
- Obrigado. - disse Megumi envergonhada.
* Lucas olhava para ela encantado *
Depois de saírem da aula encontraram Amy à entrada.
- Amy...- chamou Lucas.
- Precisamos de falar Lucas. – disse Amy. – Porque é que me beijaste? E...desculpa ter gritado.
- Bem...se quiseres que mude... – disse ele.
- Eu...Eu não sei.
*Olharam para o chão durante uns momentos*
- Amy, Amy! – chamou Felipe.
*Amy virou-se*
- Olha o que eu trouxe, a professora deixou eu ficar com essas flores. – disse Felipe com um ramo de flores azuis e brancas.
- Que lindas! – disse Amy encantada com as flores.
- São para você, pensei que te podiam animar. – disse Felipe.
- Anw, obrigada Felipe. – disse Amy abraçando-o.
- Ei! Essas eram as flores que eu tinha dado à Megumi! – disse Lucas rapidamente.
- Não...estas estavam lá, junto com muitas outras. – disse Felipe.
- Ah...
- Você deu flores à Megumi? Que simpático. – disse Amy.
- Também foi simpático o seu amigo ter-te dado flores. – disse Lucas olhando para o Felipe com ar sério.
- Eu só lhe dei porque ela passou parte do almoço magoada porque alguém chamado Lucas a magoou, e ainda a fez ficar confusa. – disse Felipe. – E também ela é minha melhor amiga, não sabia que você e Megumi tinham ficado tão amigos numa só aula. Eu já conheço a Amy à 5 semanas e passei-as todas junto com ela.
- Cinco? Uau, vocês nunca me tinham dito que tinham passado assim tanto tempo no Caldeirão Escoante. – disse Lucas irritado.
- Como se te importasses com isso não é? Arranjaste uma preciosa amiga durante 90 minutos enquanto que eu e a Amy precisamos de 8 semanas para a nossa relação de amizade ser como é...deve ser bem forte a vossa amizade. – disse Felipe destacando a ironia.
* Lucas virou-lhe costas e deitou um olhar a Amy. Depois foi ter com Megumi *
- Oh que lamechice...- disse Giza aparecendo do nada. – Quando será que podemos jogar Quidditch ?
- Amanhã. – disse Amy. – Vamos ?
- Sim...
* E dirigiram-se para o castelo*
- Felipe não vens? – perguntou Amy virando-se para traz.
- Vou ter com vocês mais tarde...quero ir visitar o Hagrid e perguntar-lhe mais sobre os meus pais e Voldemort. – disse Felipe.
- Não digas o nome dele! – disse Victini saindo da estufa.
- Desculpa...Quem-nós-sabemos...- corrigiu-se Felipe.
E Felipe ficou ali a observar Amy e Giza irem até ao castelo, até que foi à cabana de Hagrid.
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Amy Nyteshade
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Re: O rapaz que sobreviveu

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