The legend of the forgotten hero

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The legend of the forgotten hero

Mensagem por Maxtis em Ter Dez 13, 2011 8:29 am

Capítulo 1 – Um estranho me ajuda

Eu estava em um dia normal em minha vida, fui pra escola, apanhei dos valentões de lá, voltei pra casa todo quebrado, minha mãe me deu uma bronca, subi para o meu quarto fiz o meu dever e fui me deitar. Mais tinha algo diferente naquela noite, eu vi um clarão saindo de minha janela, e um barulho de tiro. Desci correndo para a sala e dei de cara com minha mãe na cozinha, comendo bolo.
- Oque foi garoto? Parece que viu um fantasma – Disse ela com a boca cheia
- Você não ouviu o tiro? – Eu disse desesperado
- Que tiro? Não ouvi nada, você deve ter algum problema de audição, vou te levar ao Marcos amanhã – Marcos era um cara que fingia ser medico, mais minha mãe sempre insistia me levar lá por tudo que eu tivesse, des de uma gripe a algo pior, mais Marcos era gente boa, sempre me dava um atestado “falso” pra mim levar para a escola e ficar dois, três dias em casa. – Agora vá dormir, eu vou sair daqui a pouco e não quero nenhum marmanjo mexendo nas minhas coisas ouviu?
- Sim senhora.. – Subi para meu quarto e fiquei deitado na minha cama pensando naquilo.
No outro dia acordei assustado, como se algo estivesse para acontecer, desci correndo as escadas e me dei de cara com um policial conversando com minha mãe. Eles me olharam e minha mãe veio fala comigo
- Filho, suba para seu quarto.. e vá se arrumar para ir para a escola.
Não entendi oque aconteceu, mais subi e me arrumei, logo minha mãe veio com uma cara triste e fez um gesto para mim descer.
- Filho, ele tem algo importante para te dizer.. – Disse ela olhando para o guarda
- Garoto.. vou ser bem direto, Marcos se envolveu em uma briga ontem a noite, e por causa de um acidente de carro.. ele foi atropelado, os médicos vieram rápido mais não a tempo...
- Ele.. morreu? – Eu disse, quase chorando
Ele fez que sim com a cabeça. Não pensei muito, sai correndo para fora de casa, correndo sem rumo. Fiquei correndo por horas, até chegar em um campo.
- Eu tenho a pior vida do mundo.. – Disse eu chorando
- Talvez eu possa te ajudar – Disse uma voz na minha frente
- E quem é você?
- Tenho muitos nomes.. Mais pode me chamar de Andy
- E como você pode me ajudar?
- Venha comigo, irei te levar para um local seguro, já está anoitecendo, e de noite aqui fica cheio de monstros. – Disse ele olhando para o céu.
- Monstros? – Perguntei assustado enquanto seguia ele
- Sim, monstros, nunca viu um?
- Não... que eu saiba isso é apenas uma lenda
- Mais não é, venha estamos chegando. - Eu não via nada, apenas mato pra todos os lados, mais continuei seguindo ele – Chegamos, entre
- Entrar aonde? Não tem nada aqui
- Para baixo – Olhei para baixo e vi um buraco enorme, que quase cai. – Vamos caia
- Não! É um buraco enorme, não vou cair ai
- Bom, eu vou primeiro e depois você – Logo ele se jogou no buraco e gritou lá de baixo – Pode descer, venha!
Fiquei meio assustado, mais ele tinha sobrevivido, então desci. A queda era longa, mais muito longa, devo ter ficado uns 5 minutos descendo, não iria sobreviver, com certeza, mais quando eu estava pra bater no chão, meu corpo flutuou, e eu consegui sobreviver. Quando olhei para o lado para ver aonde eu estava, eu vi um castelo, e estradas com varias pessoas, mais elas estavam diferentes, parecendo mortas.
- A queda foi boa? – Disse uma voz atrás de mim
- Logico que não! Eu quase morri! – Me virei mais não vi o mesmo homem que tinha visto lá em cima, vi um homem barbudo que devia ter mais de dois metros de altura. – Aonde estou?
- Você está aonde nenhum humano vivo pode entrar. Você está no submundo.

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Re: The legend of the forgotten hero

Mensagem por Maxtis em Qua Dez 21, 2011 8:08 pm

Capítulo 2 – Meu primeiro emprego

Estava tudo escuro, não enxergava nada, apenas um trono enorme na minha frente. Fui me aproximando devagar, quando cheguei mais perto, vi uma pessoa sentada, ela parecia minúscula comparada ao trono. Eu me ajoelhei na frente do trono contra minha vontade, abaixei minha cabeça e falei umas coisas que parecia ser Grego.
- Hum... Não sei se posso fazer isso por você. Você pode acabar com os meus planos – Disse a pessoa em cima do trono. Ele não aparentava ter mais de 20 anos, mais seus olhos eram dourados e medonhos.
- Por favor – Disse eu – Você é o único que pode fazer isto !
- Sim eu sou o único, mais não posso fazer, você saberá de tudo do que esta acontecendo, isso irá me prejudicar ! A não ser que eu mande apagar sua memória..
- Eu não irei saber oque fazer !
- Você pode mudar seu modo de vida. O futuro sempre é incerto, mais pra mim ele é sempre o mesmo. Eu como o rei do mundo. E se você voltar com memória, irá destruir tudo oque eu fiz !
- Então tire minha memória.. Ainda não sei como, mais irei mudar isso.
- Certo, venha comigo..
E com um espanto eu levantei com tudo. Olhei para os lados e vi que estava em um quarto de hotel, daquele com muito estilo, e tinha uma mulher do meu lado, que parecia estar cuidando de mim.
- Finalmente acordou ! Mais fique deitado, a queda foi muito grande, se você fosse humano não iria sobreviver. – Fiquei confuso com as palavras dela, mais me deitei na cama novamente e peguei no sono. Dessa vez eu estava em outro local, estava em um campo, era como se eu estivesse no paraíso, de tão perfeito que era. Olhei para os lados e vi algumas ovelhas, e algo que me fez cair. Parecia uma pessoa enorme, mais tinha uns músculos enormes e só tinha um olho. Ele andava alimentando as ovelhas com carne, e elas devoravam a carne em um piscar de olhos. Depois ele olho para mim com um sorriso no rosto.
- Finalmente você está aqui ! Estou te esperando a milênios, venha quero conversar com você. – E o sonho mudou.
Eu estava em um labirinto, correndo desesperadamente.
- Corra mais rápido Tyson, nós estamos quase chegando !
- Já estou a caminho !
E um Leão enorme saiu na frente dos dois. Não era um leão comum, ele tinha o triplo de tamanho de qualquer leão, e tinha três cabeças.
- Santo Pã...
- Não fique ai parado ! Eu vou segurar ele enquanto você passa !
- Não vou ser você ! Vamos lutar juntos ! – Um deles pegou um pedaço de bambu e cantou uma musica, que enquanto ele cantava, saia plantas de cima do labirinto e prendia o leão. E o outro começava a bater nele sem piedade.
Eu acordei com uma sirene tocando, e portas batendo
- Aaah !
- O que foi lindinho? Teve um pesadelo? – Disse a mulher do meu lado. Era a mesma mulher de antes, mais só que parecia que ela estava brilhando, e seu perfume.. era adorável.
- Tive um sonho estranho.. E quem é você?
- Eu sou Perséfone, prazer em conhece-lo
- Prazer.. Aonde eu estou exatamente?
- Hum? Hades não te disse? Você está no submundo
- Hades? E aqui é mesmo o... Inferno? Então eu morri?
- Não, não é o inferno, aqui é para aonde os mortos vão quando morrem. Mais fique calmo, você não está morto, pelo menos por enquanto..
- Como assim por enquanto?! – Pergunto assustado, mais antes dela responder, a porta do quarto se abre, e o mesmo cara que me “ajudou” no campo, estava parado em minha frente.
- Hum, vejo que a princesinha já acordou, venha levante, você tem muito trabalho a fazer
- Hã.. Andy?
- Andy? Ah, Andy é só uma invenção, eu sou Hades, o deus dos mortos.
Eu nunca fui fã de mitologia, mais sabia que na minha frente tinha um deus de verdade.
- Venha logo !
Segui ele até um local aonde parecia uma mina abandonada, vi vários mortos por ali, eles começaram a olhar para mim como se eu fosse uma aberração.
- Não tema eles, estão mortos, não podem fazer nada
- Hum... aonde está me levando?
- Para o seu trabalho, se quiser ficar vivo trabalhe naquela forja
Logo a frente vi oque ele quis dizer, uma enorme porta com mais de 5 metros de altura.
- Terei que trabalhar aqui?
- Se você tem amor a vida, fique aqui uns 50 anos que irei pensar se você irá ficar vivo
- 50 anos?! Está louco?
- Quer que eu aumente?! Trabalhe ou se não terá um fim doloroso – E ele saiu
- 50 anos... – Olhei ao meu redor e vi muitas pessoas trabalhando, e pareciam estar vivas ainda. Fui tentar conversar com elas, mais elas me ignoravam, como se eu não existisse. Cheguei em um balcão e vi várias picaretas e pás, que estavam em cima de uma mesa, peguei uma picareta que parecia que pesava 5 toneladas, e comecei a trabalhar na forja, por 50 anos.

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